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Programas de capacitação atendem a empreendedores de diferentes setores, com estratégias adequadas a cada perfil

Nos últimos anos, as empresas brasileiras começaram a avaliar com mais interesse o ingresso no mercado externo. Fazer negócio com outros países, no entanto, requer preparação. Por isso, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) tem investido em uma série de programas de capacitação e fortalecimento da cultura exportadora. Os projetos atendem a negócios de diferentes tamanhos e setores, sejam iniciantes ou experientes.

Somente o Programa de Qualificação para Exportação (Peiex), principal projeto de qualificação para a exportação, atendeu, em 2017, a 4.743 empresas, em 1.297 municípios de 16 estados. Essas participantes de 2017 exportaram seus produtos para 138 mercados, movimentando mais de US$ 443 milhões no ano. Outras 3.118 empresas foram qualificadas em diferentes programas, como Design Export, voltado para aprimoramento de produtos e embalagens, e o ICV Global, que tem como foco empreendimentos inovadores e sustentáveis.

– As empresas estão percebendo que, ao atuar no mercado internacional, tornam-se mais competitivas também no Brasil, diversificam a sua fonte de receitas e base de clientes. Ou seja, passam a ter uma nova opção de faturamento – afirma o presidente da Apex-Brasil, Roberto Jaguaribe.

A Agência percebeu a importância de ampliar o foco das exportações para setores como a economia criativa, por exemplo. No caso do Rio de Janeiro, a Apex-Brasil contribui para diversificar as opções oferecidas ao mercado internacional, que hoje, no estado, estão fortemente centradas em petróleo (60% das exportações). Dois setores são considerados particularmente relevantes: moda e economia criativa. Análise da Apex-Brasil identificou que a exportação de artefatos têxteis no Rio de Janeiro cresceu 13,6% entre 2016 e 2017 e a de artigos de vestuário e acessórios aumentou 13,3% no mesmo período.

– Quando uma empresa procura a ApexBrasil são identificadas soluções customizadas para ajudá-la no processo. Trabalhamos com a metodologia da trilha de exportação, onde cada empresa é tratada de acordo com seu respectivo grau de maturidade. Procuramos mostrar aos empresários que hoje o mercado é global e que a empresa que não exporta vai sofrer, aqui dentro, a concorrência externa – conclui Jaguaribe.

“Quando uma empresa procura a Apex-Brasil são identificadas soluções customizadas para ajudá-la no processo”.

ROBERTO JAGUARIBE PRESIDENTE DA APEX-BRASIL

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