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O Brasil no G-20

Grupo dos 20 foi criado em 1999, no contexto das crises

 de balanço de pagamentos em economias emergentes, que tiveram início em meados daquela década. É um foro para a cooperação internacional em temas econômicos e financeiros, congregando países desenvolvidos e em desenvolvimento com projeção sistêmica na economia mundial, para diálogo e cooperação centrados em temas financeiros. Por nove anos, o G20 funcionou em nível de Ministros de Finanças.

Em 2008, o então Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, convidou os Líderes do G20 para reunião em Washington.

A iniciativa sinalizou interesse e necessidade de cooperação internacional mais ampla, além do marco delimitado pelo G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia), para dar uma resposta mais eficaz à crise gerada nas economias desenvolvidas a partir daquele ano. O G20 consolidou-se como foro de Chefes de Estado e Governo, que se reúne anualmente, com objetivos mais ambiciosos do que o encontro de Ministros.

Além do Brasil, o G20 tem os seguintes integrantes: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá, China, República da Coreia, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e União Europeia. Os países que integram o G20 representam 90% do PIB mundial, 80% do comércio internacional e 2/3 da população mundial e 84 % da emissão de gases de efeito estufa.

O G20 não é uma organização internacional, diversamente do que ocorre com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Por essa razão, não possui secretariado permanente nem recursos próprios. A tarefa de preparação e seguimento dos entendimentos é assumida pelo país que exerce a presidência de turno – que muda anualmente, em rotação baseada em grupos de países, buscando alternância entre regiões geográficas e entre países desenvolvidos e emergentes.

Dentre os principais objetivos do G20 estão: coordenar políticas entre seus membros para promover o crescimento sustentável e a estabilidade econômica; promover regulação financeira que reduza o risco de futuras crises financeiras e reformar a arquitetura financeira internacional.

Os trabalhos preparatórios e de seguimento às cúpulas são subdivididos em dois trilhos. O trilho dos representantes pessoais dos líderes (“sherpas”) é coordenado pelo Itamaraty e o de Ministros de Finanças, pelo Ministério da Fazenda. O “sherpa” brasileiro é o Subsecretário-Geral de Assuntos Econômicos e Financeiros, Embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey, que é assessorado pelo Diretor do Departamento de Assuntos Financeiros e de Serviços, Norberto Moretti.

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